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Last Night

Last night she said
Oh, Baby, I feel so down
Oh, and turned me off
When I feel left out
So I, I turned around
Oh, little girl, I don't care no more
I know this for sure
I'm walking out that door
 
Well, I've been in town
For just about fifteen whole minutes now
Oh, Baby, I feel so down
And I don't know why
I keep walking for miles
 
But the people they don't understand
No, girlfriends, they can't understand
Your grandsons, they won't understand
On top of this I ain't ever gonna understand
 
Last night she said
Oh, Baby, don't feel so down
Oh, and turned me off
When I feel left out
So I, I turned around
Oh, Baby, I'm gonna be alright
It was a great big lie
Cuz I left that night, yeah
 
Oh, people they don't understand
No, girlfriends, they don't understand
In spaceships, they won't understand
And me, I ain't ever gonna understand
 
Last night she said
Oh, Baby, I feel so down
She had turned me off
When I feel left out
So I, I turned around
Oh, little girl, I don't care no more
I know this for sure
I'm walking out that door, yeah
 
(The Strokes)


- Escrito por Ernesto às 08h55
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Tim Tim !!!

Nova-iorquinos fecham o festival com show impecável, que teve também belas apresentações de Arcade Fire e Kings of Leon
 
Ninguém quer ser contemporâneo na música pop atual. Ao menos é a impressão que a perna pop-rock do Tim Festival, que aconteceu no domingo à noite na Arena Skol Anhembi, em São Paulo, deixou. Das cinco bandas que se apresentaram - Mundo Livre S/A, MIA, Arcade Fire, Kings of Leon e Strokes - quatro calcam a sonoridade em décadas passadas. Surpreendentemente as quatro que mais empolgaram as cerca de 15 mil pessoas presentes na fria noite de garoa típica paulistana.
 
Apenas a senegalesa MIA (pronuncia-se Maia) fugiu da fórmula de resgate. Educada em Londres e alimentada a batidão funk carioca, seu show, o segundo da noite, não serviu de aquecimento para o filé da noite. Ela errou ao deixar que os telões transmitissem seus próprios vídeos, em detrimento aos closes da banda, e criou uma distância com o público, que nem o suíngue da música conseguiu quebrar.
 
Antes dela, os pernambucanos do Mundo Livre S/A em 45 minutos içaram cavaquinho, guitarra, bateria e baixo do mangue e fizeram uma apresentação competente.
 
ARCADE FIRE
 
O melhor da noite, porém, começou com os canadenses do Arcade Fire, que lotam o palco com sete músicos, todos em trajes negros, e instrumentos estranhos a uma apresentação roqueira, como acordeão e violino. Mas basta a música começar para que a platéia seja banhada em encantamento.
 
O som grandioso e etéreo do septeto já arrebanhou fãs como David Bowie e Chris Martin, vocalista do Coldplay, que apontou recentemente "Rebbelion (Lies)" como a música mais bonita que conhece. Ponto alto do show, aliás, ao lado de "Crown of Love", ambas do único trabalho do grupo, "Funeral", lançado no ano passado.
 
O inusitado do show ficou por conta de uma versão de "Aquarela do Brasil", em arranjo belíssimo com baixo de pau, violino e violão.
 
KINGS OF LEON
 
Bola para os hard-roqueiros norte-americanos do Kings of Leon - uma banda familiar, composta por três irmãos e um primo. Se algum desavisado passasse ao largo da Arena e visse apenas um dos telões, imaginaria que estava a rodar alguma apresentação do Festival de Woodstock.
 
Setentistas até o último fio dos cabelos compridos, mostraram ousadia de cara e gastaram muitas fichas ao abrirem o show com o maior hit, "Molly's Chambers", do disco de estréia "Youth & Young Manhood", de 2003. Mas mantiveram a bola alta e o calor do público com uma apresentação vigorosa de quase uma hora.
 
STROKES
 
A noite, porém, era dos Strokes. Banda mais que aguardada no país desde o primeiro disco, "Is This It", de 2001. E, como diria Galvão Bueno, Strokes é Brasil no Tim Festival, já que o dono das duas baquetas é nascido no Rio de Janeiro - orgulho tupiniquim na platéia, apesar do nome italiano - Fabrizio Moretti - e de ter conhecimento de português apenas um pouquinho melhor do que o meu de javanês.
 
Mas, hit após hit, construíram uma goleada como grand finale do festival. Subiram ao palco à meia-noite em ponto e em uma hora cravada passaram um repertório de encher os ouvidos - "12:51", New York City Cops", "Soma", "Automatic Stop", "Last Nite", "Is This It", "Barely Legal" e "Take It Or Leave It". Rechearam esta primeira hora com algumas músicas novas, do terceiro disco, que está para sair, em palco emoldurado por uma bandeira brasileira.
 
Após 10 minutos de expectativa, os nova-iorquinos voltaram para o bis e fecharam com estilo com três das melhores canções das 22 lançadas até agora, "Hard to Explain", "The Modern Age" e "Reptilia". E como não poderia faltar, a despedida coube ao brasileiro Moretti: "Um abraço para meus irmãos brasileiros". Praticamente sem sotaque, apenas para me desmentir.
 
LUIZ CESAR PIMENTEL
UOL MÚSICA


- Escrito por Ernesto às 08h52
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Domingo abimonista. Salve !!!

Domingo foi um dia profano. Rolou no Blen Blen mais uma noite do projeto 2 em 1, dessa vez com os amigos de longa data Os Abimonistas e o esquisitão Rogério Skylab e sua legião de devotos fiéis. Eu não conhecia o som do cara. Estranho, porém genial.

Quanto aos Abimonistas, não tenho nem o que falar. Já fui abimonizado há mil anos atrás, quando eles ainda estavam em negociação com Satanás. Com certeza foi um bom negócio, pois cada vez mais eles melhoram suas músicas e suas performances. Som estranho para poucos? Talvez. Eles soam nada comerciais, no entanto percebe-se que a música vem da alma. Letras fantásticas, vocal insano, instrumentais excepcionais.

Os Abimonistas no palco.

Bruno Nogueira, o vocalista profano que mescla canto e vômito.

Angelo Canaan, o baterista libanês que não é terrorista.

Guto Miranda, o guitarrista/ baixista recém saído de pesada medicação.

Felipe Crocco, o baixista/ guitarrista de fino trato.

Os cabos e amplificadores abimonistas.

O show contou com várias músicas novas, além das clássicas do primeiro álbum.

Garnizé, o tecladista/ saxofonista aristocrático e artista plástico multimídia.

Bruno invocando o bom e velho rock n' roll.

Pra quem não foi, ainda existe salvação. Próximo show em breve. E logo mais o novo disco sai do forno.



- Escrito por Ernesto às 09h25
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É festa no circo !!!

Festas à fantasia sempre são legais. É comédia pra todo lado. Mesmo que dê aquele puta trabalho, vale a pena. Ou então você pode ser daqueles que sempre pega emprestado de alguém ou improvisa qualquer coisa em cima da hora. No final, é curtição geral.

Sábado passado rolou a festa à fantasia do Seu Arita (Ou Aníbal, para os gaijins). A balada aconteceu na Academia Brasileira de Circo lá na Av. Francisco Mattarazzo. Palhaços, malabaristas, banda ao vivo, trapezistas, rave das bolas, gorós insanos, mesinha VIP, dj trash, apresentadores, pessoas bonitas, muita tcháka e a surpreendente presença do Pedro De Lara e de uns caras do Pânico pra agitar a galera.

Loucura.

Mily Risadinha, Ishii Gravatão, Zé Rambo IV, Bad Marley, Leandro 171, Gustavinho Goiabinha e Sheik André Bin Laden.

Matt Paz e Amor, Hari Twist e Mily Risadinha.

Trapezistas. A tcháka loira quase rasga a tcháka.

Galera do mal.

Banda 2000. Mandaram bem.

Mily Risadinha e Giullia Tomb Raider.

Seu Arita fantasiado de Xuxa. Mestre.

No meio da balada fazendo história.

Hari, Mily, Lu e Gabi.

Peguem aqui, ó !!!

Cara mais estranho ...

Pit stop no Burger King às 6 da manhã.

A noite ficou uma hora mais curta. E a diversão passou rapidinho, na velocidade de um horário de verão.



- Escrito por Ernesto às 22h46
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PEARL JAM CONFIRMADO !!!

02 E 03 DE DEZEMBRO

ESTÁDIO DO PACAEMBU - SÃO PAULO

HORÁRIO: CEDO, BEM CEDO.

ATÉ QUE ENFIM, CARALHO !!!



- Escrito por Ernesto às 09h59
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O Jardineiro Fiel

 
Depois de ter a mulher assassinada na África, um homem descobre que seu inimigo não é uma pessoa, mas sim a máfia envolvida na indústria farmacêutica.
 
Um alto funcionário da diplomacia inglesa se envolve com uma militante de causas humanitárias. Ele é um homem discreto, que costuma passar boa parte do tempo livre cuidado do jardim. Já ela é completamente espirituosa, apaixonada pelo que faz e árdua defensora dos mais fracos. Os resultados da união entre Justin (Ralph Fiennes) e Tessa (Rachel Weisz) são casamento, gravidez e mudança para a África.
 
No novo país ela se envolve em causas humanitárias e trabalha ao lado do médico Arnold Bluhm. A atuação da dupla em comunidades pobres e cheias de pessoas doentes, no entanto, é uma pedra no sapato para autoridades e empresários da indústria farmacêutica, que testam um novo medicamento na África. Tessa não conta ao marido o que anda fazendo, chega tarde em casa e sempre está acompanhada do amigo de trabalho, o que desperta suspeita em Justin de que os dois têm um caso.
 
Um dia, enquanto cuidava de suas plantas, Justin recebe do amigo Sandy a notícia de que a mulher foi encontrada morta num local isolado. Ele começa, então, a vasculhar as coisas dela para descobrir quem teria interesse em tirar sua vida. A primeira revelação que tem é o forte indício da infidelidade dela. Mas Justin percebe logo que uma conspiração de médicos, políticos e empresários pode ter relação com a morte da esposa. Ele viaja pela Europa e visita o interior da África numa busca frenética de provas para descobrir quem a matou o que ela fazia de tão misterioso e incomodava tantas pessoas.
 
Baseado na obra de John Le Carré, O Jardineiro Fiel tem direção do brasileiro Fernando Meirelles, o mesmo de Cidade de Deus. Inicialmente, Mike Newell assumiria o cargo, mas desistiu do projeto depois de ser convidado para comandar Harry Potter e o Cálice de Fogo. As filmagens ocorreram no Quênia, Inglaterra, Alemanha e Canadá. Nas seqüências em que são mostradas cenas no ponto de vista de Justin, o ator Ralph Fiennes operou a câmera.
 
 
Fernando Meirelles faz sua estréia internacional com "O Jardineiro Fiel"
 
Sérgio Rizzo do Guia da Folha
 
Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa, mas a bem-sucedida estréia internacional de Fernando Meirelles em "O Jardineiro Fiel" tem sido examinada, na imprensa e fora dela, à luz do desembarque de Walter Salles no sistema industrial com "Água Negra". Se o deus do mercado prevalecer, leve e momentânea vantagem para Meirelles: nos EUA e Canadá, "Jardineiro" já arrecadou US$ 30 milhões (mas foi feito para menos); "Água Negra", lançado dois meses antes, chegou a US$ 25 milhões (mas foi feito para mais).
 
Já os espectadores, que só têm a ver com esses números quando abrem a carteira para engrossá-los, tenderão a reconhecer mais o cineasta de "Cidade de Deus" em "Jardineiro" do que o de "Central do Brasil" em "Água Negra". O que se explica, sem nenhuma dificuldade, pela escolha dos projetos, e não pela realização: ao aceitar convite para dirigir a adaptação de um romance de John le Carré, Meirelles naturalmente se posicionou em território mais familiar --e, além disso, levou junto o diretor de fotografia César Charlone.
 
O principal cenário da trama, no Quênia, traz um diplomata britânico (Ralph Fiennes) que abandona a letargia quando a morte da mulher (Rachel Weisz), ativista política, o atira no meio de uma intriga que envolve a indústria farmacêutica, no papel dos vilões, e a miserável população queniana, como as vítimas. Não há exatamente mocinhos: um dos méritos do filme reside em tratar o mundo como terreno de ambigüidade em que não se descortina facilmente o bem, apenas a revolta, o desejo de justiça e, no princípio de tudo, a dor. Meirelles diz ter feito o filme que desejava, sem interferências. O que talvez explique por que sua coisa ficou outra coisa.
 
 
Ralph Fiennes diz que Fernando Meirelles é calmo e generoso
 
Eduardo Simões da Folha de S.Paulo
 
Entusiasmado com a idéia de trabalhar com o diretor de "Cidade de Deus", desde quando o longa ainda era um projeto, Ralph Fiennes saiu das filmagens com suas expectativas superadas: "Fernando [Meirelles] é o diretor mais generoso e calmo com quem já trabalhei", disse o ator inglês na entrevista coletiva feita ontem (4) de manhã durante o Festival do Rio, que contou também com a presença de Meirelles.
 
Adaptação do romance de John Le Carré, a história de amor que tem como pano de fundo testes com cobaias humanas na África, "O Jardineiro Fiel" é a primeira experiência de Meirelles como diretor de uma superprodução internacional.
 
Experiência elogiada por Fiennes, que citou dois exemplos de sua generosidade no set: a oportunidade de improvisação dada ao elenco, como numa seqüência filmada no Quênia, em que ele e atriz Rachel Weisz puderam atuar continuamente, enquanto a câmera dava voltas em torno do casal.
 
Ou ainda quando Meirelles permitiu que Fiennes registrasse as imagens que seu personagem faz da mulher com uma câmera de computador, valendo-se, a partir daí, do ponto de vista do ator nas seqüências com câmera subjetiva. O que até rendeu a Fiennes o crédito de assistente. "Mas acho que não tenho futuro como cameraman", brincou o ator.
 
Quanto a uma eventual indicação para o Oscar por "O Jardineiro Fiel", Fiennes ressaltou que sempre são muitos os candidatos, algo que é saudável à indústria do cinema. "É uma loteria."
 
 
Vamos assistir aí, galera ???


- Escrito por Ernesto às 09h37
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A temporada de shows está aberta

São Paulo andava meio abandonada no circuito dos grandes shows, mas parece que nesse segundo semestre as coisas tomaram outros rumos. Uma enxurrada de belos shows anda acontecendo há uns meses e tem muita coisa ainda por vir. Além das aguardadas bandas internacionais que sempre causam a euforia dos fãs, muitas bandas brasileiras também lotam as casas de espetáculos da cidade. Opções não faltam.

A lista gringa é grande ... Judas Priest, Whitesnake, Moby, Weezer, Raveonettes, Mercury Rev, Slipknot, Simple Plan, Avril Lavigne, The Wailers, Deep Purple, Megadeth, The Strokes, Kings Of Leon, Wilco, Morcheeba, De La Soul, Television, Elvis Costello, Arcade Fire, M.I.A., Audio Bullys, Nine Inch Nails, Suicidal Tendencies, The Flaming Lips, Iggy Pop And The Stooges, Good Charlotte, Sonic Youth, Dream Theather e os tão aguardados shows do Pearl Jam.

Botem a mão no bolso e esvaziem as carteiras. Os shows, infelizmente, estão cada vez mais caros. Triste ter que deixar a diversão de lado por falta de grana. Mas tudo bem. O Brasil, pelo menos, voltou em grande estilo ao circuito rock n' roll internacional.

Vai Serra, libera logo o Pacaembru pro Pearl Jam, porra.



- Escrito por Ernesto às 10h34
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